Bem, já lá vão uns longos meses que não faço qualquer post no "Sweet Summer". Acabei por esquecê-lo um pouco com os últimos meses de escola. A minha vida tem-se revelado uma montanha russa mas como sempre, na minha vida, a música não pode faltar.
Senti saudades, admito, agora só me resta usar e abusar dos posts. Desta vez, vou entrar um pouco pela música clássica.Toco piano e há compositores que admiro, muitos deles quase desconhecidos e que não vêem o seu trabalho valorizado.
As fantásticas bandas sonoras dos filmes da saga Luz e Escuridão devem-se a três magníficos senhores da música, Carter Burwell, Alexandre Desplat e Howard Shore, sempre tão expressivos e criativos nas suas composições. É deles que falarei nos próximos dias.
Numa nova abordagem ao mais famoso personagem de Arthur Conan Doyle, "Sherlock Holmes" (Robert Downey Jr.) o detective e o seu leal parceiro Watson (Jude Law), encontram o seu último desafio, envolvendo-se numa batalha contra o crime em Inglaterra.
Revelando habilidades de luta tão letais quanto o seu lendário intelecto, Holmes vai lutar como nunca para derrubar um novo inimigo, Lord Blackwood (Mark Strong), e desvendar uma conspiração mortal, com assassinatos violentos ligados a rituais, que pode destruir o país.
Conta com personagens misteriosas e reveladoras como Irene Adler (Rachel McAdams) e Inspector Lestrade (Eddie Marsan). Direcção e Realização de Guy Ritchie.
Num filme recheado de mistério, mentira, traição e conspiração, o bem prevalece uma vez mais. Apesar do retrato psicológico de Sherlock Holmes ter-se modificado radicalmente, alterando o génio intelectual para o detective sempre dependente do seu fiel Watson em todas as encruzilhadas da missão.
Revela-se, na minha opinião, um filme razoavelmente bom, proporciona bons momentos de gargalhada, acção bem doseada e boas interpretações (principalmente da parte dos protagonistas), senhor de um argumento inesperado mas não forte conseguindo ser até um pouco enfadonho, peca apenas por alguns erros de montagem de cenas. Não é dos melhores que já visionei, mas contudo agradou-me.
Citação:
“Madame, I need you to remain calm and trust me, I’m a professional. Beneath this pillow lies the key to my release.”
Todos os dias vagueio em blogs de criticos de cinema. Procuro críticas a filmes que eu própria visionei e sobre os quais também eu tesso a minha opinião e procuro também recomendações. Encontro coisas escandalosas.
Quando o cinema veio ao mundo pertendia acima de tudo passar uma mensagem ao público e ensinar algo de novo a todos e cada um. No ano do seu nascimento, o cinema era a interpretação de uma história do mais simples que fosse. Praticamente dispensavam-se as palavras e toda a sua genealidade residia na música que acompanhava os gestos e expressões dos actores. Esses filmes sim, esses tinham qualidade, podiam até ser minúsculos mas depois de os visionar, algo novo nos escorajava a reflectir.
Hoje em dia, vejo os filmes serem avaliados pela quantidade e qualidade dos efeitos especiais, pelo slowmotion ou então pela sua obscuridade ou luminosidade. Ao longo da evolução do cinema o seu principal objectivo perdeu-se no longo caminho. Já não se vai ao cinema procurando aprender alguma coisa nova, vai-se para ver corridas de carros, lutas, tiros, explosões, naves espaciais, vilões e heróis. Já não se vai mais pelo gozo de assistir a uma boa história, bem estruturada e que transmita algo.
Filmes como “Beleza Americana” e “O Estranho Caso de Benjamin Button” cumprem o seu dever, ensinam muito e não deixam de ter a sua dose de fantasia ou efeitos. Fiquei indignada com todas as críticas acerca de “Avatar”, não partilho da mesma opinião que milhares de pessoas. Não diria que é o pior filme de sempre mas, por favor, que piada tem? O que é que retiram dele? Qual grande acontecimento do ano, qual quê? É na minha opinião uma grande disilusão. A menos que procurem vomitar efeitos especiais ou então duas horas e meia de tiros, gritos, mortos, feridos, seres azuis e o vilão que mais custa matar, não se metam numa sala de cinema para ver esse filme. Admito que o filme tem as suas genealidades como “Pandora”, ao ser um planeta extremamente realista nos transporta numa visita fantástica pelas mais estonteantes paisagens (tirando realmente o fôlego), já para não falar na prestação dos actores que é louvável, mas quem, como eu, aprecia um bom argumento, destestará irremediavelmente este género de filmes.
É certo que o cinema deve evoluir, mas nunca perder a sua essência. Sou a favor de efeitos especiais e slowmotion desde que os realizadores não limitem os filmes a isso. Sou a favor de bandas sonoras se estas forem inteligentes e acima de tudo sincronizadas porque embelezam muito um filme. Apoio bons argumentos, meus caros, principalmente bons argumentos, daqueles que nos encham a alma e nos inspirem, podem ser reais ou fictícios, tanto me faz, desde que cumpram o principal objectivo de fazer surgir um bom filme, de marcar quem o visionou. Exijo cenários grandiosos, boas caracterizações, diálogos estimulantes e performances excepcionais dos actores em cada trabalho cinematográfico (só cumprem o seu trabalho e se realmente são apaixonados pelo que fazem, deveriam ser exigentes consigo próprios, abraçar um personagem de corpo e alma e sentirem-se honrados por terem a sorte de realizar os seus sonhos, diariamente), exijo risos, lágrimas, gritos de terror, espanto e suspense.
Tudo isto, para pedir a cada crítico que nunca esqueça o principal objectivo de um filme, a sua mensagem e que tenha sempre em conta o argumento quando dá a sua opinião.
Peço desculpa se com as minhas observações desrespeitei alguém, essa não era de todo a minha intenção.
Cada um tem o direito à opinião e tem também os seus gostos. Felizmente opiniões discutem-se, mas gostos não...
Decidi entrar em 2010 com uma pequena rúbrica. No ínicio de cada ano dou por mim a "pesar" todos os acontecimentos do ano anterior, as minhas vitórias, as minhas derrotas, os meus erros, as tristezas e os melhores momentos da minha vida.
Lembrei-me particularmente do meu melhor Verão de sempre (2009), dediquei-me de alma e coração à música, comecei por aprender a tocar um intrumento, dancei e cantei muito. Posso dizer que respirei e me alimentei de música e não sinto tanto a falta de nada como daqueles momentos.
Gostaria que dessem o vosso contibuto nesta minha rúbrica com o nome da música ou músicas que marcaram o vosso Verão e quais são para vocês os grandes sucessos de 2009?
Participem e Bom Ano 2010...
Lamento imenso não ter conseguido manter o blog actualizado nos últimos dias mas estou de volta às aulas e as coisas estão a complicar, os testes estão marcados e os intermédios à porta, a matéria é muita e o tempo muito escasso.
Aguardem novas actualizações aos fins-de-semana, prometo que vou aproveitar qualquer tempinho livre para o manter "em dia". Já agora, que estilos musicais e bandas gostariam que eu abordasse nas próximas entradas?
Green Day é uma banda americana formada em 1987 na Califórnia e que conta com Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tré Cool. Lançou 8 álbuns (39/Smooth (1990), Kerplunk (1992), Dookie (1994), Insomniac (1995), Nimrod (1997), Warning (2000), American Idiot (2004), e 21st Century Breakdown (2009)).
Esta banda de rock alternativo e punk rock tem já uma grande história. Após o lançamento do seu oitavo álbum continuam com as luzes da ribalta focadas em si e com um sucesso extraordinário.
Reconheço-lhe o mérito certamente, mas para mim não é das bandas que mais me agrada. Louvo-lhes apenas "Boulevard Of Broken Dreams", "Wake Me Up When September Ends" e "21 Guns".
São para mim a banda que tem os videoclipes mais originais e que me agradam mais.
Muse (inicialmente Rocket Baby Dolls), uma banda de rock alternativo, nasceu em 1994 em Devon, Inglaterra. É constituída por Dominic Howard, Mathew Bellamy e por Christopher Wolstenholme.
Lançou até agora 5 álbuns, Showbiz (1999), Origin Of Symmetry (2001), Absolution (2003), Black Holes and Revelation (2006) e The Resistance (2009).
Aconselho que oiçam "Starlight", "Supermassive Black Hole" e "Uprising".
Isaac Slade e Joe King formaram em 2002, em Denver, Colorado, a banda The Fray.
The Fray lançou apenas dois álbuns "How To Save A Life" (2005) e "The Fray" (2009) certificados como Platina, Dupla Platina e Ouro e ingressou na Billboard e no Top 5 de muitos países com o seu primeiro single "How To Save A Life". Mas nem tudo são bons momentos, o corpo musical de The Fray foi alterado imensas vezes e o clima na banda era sempre de grande pressão. Actualmente é constituída pelos fundadores, por Ben Wysocki e por Dave Welsh.
The Fray é, na minha opinião, uma banda de enorme valor musical, de sonoridade arrebatadora e de letras extrememamente fantásticas. Juntamente com Kings Of Leon, é possivelmente uma das minhas bandas preferidas. A quem não conhece, aconselho que dê especial atenção às músicas "How To Save A Life", que para mim é das poucas que consegue expressar o sofrimento, o desespero e a perda da vontade de viver e por "You Found Me", que na minha opinião é uma homenagem aqueles que nos apoiaram nos piores momentos da nossa vida, aos que nos foram sempre fiéis, que sempre estiveram lá para nós, os nossos MELHORES AMIGOS....
Nesta quadra, o espírito natalício enche-nos o peito, estamos em família, comemoramos, trocamos presentes e desejos de um Feliz Natal e Boas Festas. É sobretudo nestes momentos que a música se ouve nas ruas e nos penetra na alma. Olhamos a "fartura" que enche as nossas mesas naquela deliciosa noite, relembramos os que já não a partilham connosco, os que não têm a sorte de ter um lar, uma família, algo para comer, uma mão amiga que os ampare e ajude. É nesta época do ano que a solidariedade atingi o auge, pois todos sentimos remorsos por termos tudo e, outros por aí, não terem nada.
Imagine de John Lennon diz tudo nestes momentos.
Qual é para ti a melhor música de Natal de sempre? Aquela que explica bem o significado do Natal? Gostaria de saber a tua opinião.
Feliz Natal e Boas Festas
P.S. - Posteriormente farei um post com as opiniões que obter...